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Uso consciente do Cheque Especial

O uso do cheque especial tem novas regras a partir do início de julho/2018. Se o cooperado usar mais de 15% do limite disponível no cheque especial por 30 dias, a cooperativa irá oferecer a ele uma alternativa mais barata para parcelar essa dívida. O cooperado pode aceitar ou não a proposta. Se não aceitar, a cooperativa deve fazer uma nova oferta a cada 30 dias.

Os juros do cheque especial em si continuam altos (a taxa básica de juros, a Selic é de 6,5% ao ano, enquanto o cheque especial na Uniprime está em 78%). A diferença é que o cooperado terá uma opção para migrar essa dívida para outra mais barata. Isso deve reduzir o total dos juros pagos.

As mudanças foram apresentadas no dia 10/06 pela Febraban, são uma autorregulação e foram definidas após pressão do Banco Central para que os bancos e Instituições Financeiras baixassem os juros cobrados dos consumidores. No ano passado, o BC determinou novas regras para o uso do rotativo do cartão de crédito, também com objetivo de baixar os juros cobrados dos cooperados.

Os juros do rotativo do cartão de crédito e do cheque especial são os mais altos do mercado. Segundo os dados mais recentes do Banco Central, de fevereiro, quem usou o rotativo pagou juros de 333,9% ao ano e quem apelou para o cheque especial, de 324,1% ao ano.

Cheque especial para situação de emergência

O cheque especial deve ser usado em situações emergenciais e por pouco tempo. Com a mudança, o objetivo é evitar que seja usado como crédito de médio e longo prazo.

Alerta ao entrar no cheque especial

A cooperativa irá alertar o cooperado quando o mesmo entrar no cheque especial, por mensagem de PUSH, SMS ou telefone, informando que é uma modalidade de crédito de uso temporário. Informamos também nos canais de atendimento on-line e via extrato o limite disponível e o saldo em conta para movimentações.

Os juros do cheque especial em si continuam altos (a taxa básica de juros, a Selic é de 6,5% ao ano, enquanto o cheque passa de 320%). A diferença é que o consumidor terá uma opção para migrar essa dívida para outra mais barata. I... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/04/10/mudancas-regras-cheque-especial-bancos.htm?cmpid=copiaecola Os juros do cheque especial em si continuam altos (a taxa básica de juros, a Selic é de 6,5% ao ano, enquanto o cheque passa de 320%). A diferença é que o consumidor terá uma opção para migrar essa dívida para outra mais barata. Isso deve reduzir o total dos juros pagos, mas eles ainda serão elevados.
Os juros do cheque especial em si continuam altos (a taxa básica de juros, a Selic é de 6,5% ao ano, enquanto o cheque passa de 320%). A diferença é que o consumidor terá uma opção para migrar essa dívida para outra mais barata. I... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/04/10/mudancas-regras-cheque-especial-bancos.htm?cmpid=copiaecola
Os juros do cheque especial em si continuam altos (a taxa básica de juros, a Selic é de 6,5% ao ano, enquanto o cheque passa de 320%). A diferença é que o consumidor terá uma opção para migrar essa dívida para outra mais barata. I... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/04/10/mudancas-regras-cheque-especial-bancos.htm?cmpid=copiaecola
Os juros do cheque especial em si continuam altos (a taxa básica de juros, a Selic é de 6,5% ao ano, enquanto o cheque passa de 320%). A diferença é que o consumidor terá uma opção para migrar essa dívida para outra mais barata. I... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/04/10/mudancas-regras-cheque-especial-bancos.htm?cmpid=copiaecola
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